sábado, 17 de novembro de 2018

AFASTAR-SE DE CERTAS PESSOAS MELHORA A SAÚDE E A ALMA




Texto enviado por  Alexandre Luna
Afastar-se de conflitos aumenta a nossa saúde física e emocional. Algumas pessoas nos cansam, nos sugam energia e aniquilam nossa capacidade de reação. Elas são verdadeiras destruidoras da nossa saúde e paz interior, adoecem nossa capacidade emocional e distorcem nossas sensibilidades.

A verdade é que ao longo do tempo, passamos a desconhecer muitas pessoas que pensávamos conhecer, e percebemos que vivemos sujeitos às suas exigências, sua conversa, seu comportamento e, especialmente, suas emoções tóxicas.

Essas pessoas não sabem como respeitar e considerar os outros, e os utilizam como marionetes de seu mau caráter e alvos de conflitos externos e internos. Elas não vivem e deixam viver e, portanto, impedem o desenvolvimento e crescimento pessoal dos que as rodeiam.
“Podem fazer isso de forma consciente ou não, mas é evidente que nos afogam e intoxicam, nos fazendo sentirmos vulneráveis, que fiquemos com raiva facilmente ou que desejemos fugir e abandonar tudo.”
Obviamente, embora fosse mais adequado, nem sempre podemos nos afastar fisicamente destas pessoas, pois podem ser da família ou colegas. No entanto, se tivermos a possibilidade de tomar distância física, é a medida mais adequada para cuidarmos de nossa saúde.
No entanto, podendo ou não fazê-lo, o importante é conseguir um distanciamento emocional. Então, o melhor a fazer é começarmos a ter a força para nos mantermos fora de sua capacidade de ação, não permitindo que influenciem nosso comportament

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Por que sentimos a necessidade de sempre dar explicações?


Ser um membro ativo da sociedade pode enchê-lo com todos os tipos de pressão e estresse.

Determinadas situações fazem-no sentir como você devesse responder de uma determinada maneira ou agir de uma forma específica. E sim, algumas pessoas pensam que sabem o que é melhor para você e seu sustento ,  não perca tempo tentando  criar uma imagem para as  pessoas ,

Independentemente de todas essas coisas, você deve lembrar que você não deve a ninguém uma explicação para:

Sua situação em casa.

A forma como você vive a sua vida em casa não é da conta de ninguém, só da sua conta. Não importa se você tem colegas de quarto, vive sozinho, vive solteiro ou com um parceiro, ou se você ainda vive com seu ex.

Suas prioridades de vida.

Sonho de abrir um restaurante? Quer se tornar um pastor na sua igreja? Tem um desejo de vender todos os seus pertences e viajar para o Peru? Vá em frente! E lembre-se, você nunca precisa explicar suas prioridades para ninguém, porque são suas prioridades, e não estão lá para impressionar as pessoas.
Suas opiniões religiosas ou políticas.

Nestes dias, é fácil comprar uma briga, basta perguntar a alguém qual a sua afiliação política ou religiosa e logo começa a discussão. Em quem você votou nas últimas eleições, se é católico ou protestante, é a sua escolha e só sua, e você nunca precisa defender suas crenças (desde que elas não prejudiquem ninguém).  Naturalmente, se alguém quer ter uma discussão madura, sincera com você sobre o tópico, isso sempre será uma boa experiência, vá em frente. Trocar ideias e pontos de vista pode expandir a mente e é benéfico para ambas as partes.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

METAMORFOSE


Podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar.
Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder.
Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos.
Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança.

Paulo Coelho

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

NOSSA GENTE

Na Hiper Panificação  tive o prazer de encontrar  Julio com sua esposa ,  Edvânia , Lourinaldo   e Dilene França .
Lourinaldo   e  Dilene França , como sempre  nos dando o  imenso prazer de recebê-los  em  nossa  cidade , são filhos de Moreno que nunca esquecem  das suas origens . 

terça-feira, 13 de novembro de 2018

O Homem - Um Ser Egoísta


O motor principal e fundamental no homem, bem como nos animais, é o egoísmo, ou seja, o impulso à existência e ao bem-estar. [...] Na verdade, tanto nos animais quanto nos seres humanos, o egoísmo chega a ser idêntico, pois em ambos une-se perfeitamente ao seu âmago e à sua essência. 
Desse modo, todas as ações dos homens e dos animais surgem, em regra, do egoísmo, e a ele também se atribui sempre a tentativa de explicar uma determinada ação. Nas suas ações baseia-se também, em geral, o cálculo de todos os meios pelos quais procura-se dirigir os seres humanos a um objectivo. Por natureza, o egoísmo é ilimitado: o homem quer conservar a sua existência utilizando qualquer meio ao seu alcance, quer ficar totalmente livre das dores que também incluem a falta e a privação, quer a maior quantidade possível de bem-estar e todo o prazer de que for capaz, e chega até mesmo a tentar desenvolver em si mesmo, quando possível, novas capacidades de deleite. Tudo o que se opõe ao ímpeto do seu egoísmo provoca o seu mau humor, a sua ira e o seu ódio: ele tentará aniquilá-lo como a um inimigo. Quer possivelmente desfrutar de tudo e possuir tudo; mas, como isso é impossível, quer, pelo menos, dominar tudo: "Tudo para mim e nada para os outros" é o seu lema. O egoísmo é gigantesco: ele rege o mundo. 

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Individualismo contemporâneo na moda

Claudinha Palma

Claudinha Palma

Mestre em comunicação social, sócia da Agência Browse e professora no MBA ESPM Sul
O individuo é soberano na sociedade contemporânea, o que origina muitas características sociais e políticas na atualidade. A individualidade está intimamente ligada à liberdade, entre elas as liberdades de escolha, à busca pelo prazer, ao culto ao corpo e à beleza inerente aos temas como o hedonismo e o narcisismo.
Vamos considerar aqui, o individualismo como uma ideologia própria da modernidade e que se mantém na pós-modernidade.
Dumont (2000) explica que existem dois tipos de sociedade: holistas e individualistas. Para o autor, essa diferença está na totalidade do corpo social, presente na sociedade holista, e na valorização do individuo solitário, na sociedade individualista. Nesse sentido, o individuo é o centro e o foco do universo social. Isso aconteceu depois das transformações associadas à modernidade. Nesse momento da história, o indivíduo foi libertado das tradições e das estruturas sociais. Fizeram parte desse cenário as mudanças sociais, políticas e econômicas resultantes da Reforma Protestante e do Renascimento.
Simmel (2005) remonta a origem do individualismo ao momento cultural do Renascimento italiano, momento em que as vontades de “poder, fama, prestígio e distinção” foram disseminadas. A cultura renascentista exercia pressão para que o ser- humano daquela época sentisse o desejo de impor sua própria singularidade, de criar seu próprio estilo. O individualismo é a marca principal da modernidade e é o principal valor cultural da sociedade ocidental, conforme explica Vieira e Stengel (2012, p. 347):
Este argumento demonstra que a ideia de indivíduo pode ser desnaturalizada, ou seja, a percepção de si como indivíduo não é inata, mas construída socialmente. Pode-se dizer até que é fundada na sociedade moderna. Tendo em vista este aspecto, adotaremos o termo pessoa ao falarmos de sociedades tradicionais e indivíduo quando nos referirmos às sociedades modernas, seguindo o estudo feito por DaMatta (1983), a partir da análise de sua obra por Stengel (2004, p. 40).
Nas sociedades individualistas, perpassa a noção de que a sociedade deve estar a serviço do indivíduo, sendo o contrário entendido como injustiça ou opressão (VIEIRA; STENGEL, 2012).
Se tomarmos a publicidade nas últimas décadas como exemplo, poderemos observar sempre o discurso que supervaloriza o individuo, que o coloca à frente e no centro da sociedade.
“Você merece”, “você pode”, “você é o melhor” é algo que a mídia, através da publicidade, reforça no âmbito social.
A noção de individualismo nasce junto com a noção de liberdade (SIMMEL, 2005). Nesse momento, diversos pensadores colocaram o individualismo em um patamar supremo, como Rousseau. Para que fosse possível alcançar a liberdade, era preciso se desfazer das instituições sociais (como a Igreja, por exemplo) que impediam a realização plena do individuo. Esse período constituiu a primeira fase do individualismo. A segunda revolução individualista iniciou-se a partir do século XIX, por influência do Romantismo, trazendo a ideia de que os homens, agora libertos dos laços tradicionais, poderiam ser distinguidos uns dos outros. Os indivíduos buscavam, então, ser valorizados na sua singularidade, queriam ser únicos e incomparáveis (SIMMEL, 2005).
O individualismo continua presente nas sociedades pós-modernas. O individuo em busca de sua liberdade segue no centro cultural e social. Compreendemos como pós-modernidade o que Lipovetsky (2005, p. 90) sugere:
Pode-se dizer que a fase moderna de nossa sociedade caracterizou-se pela coexistência de duas lógicas adversas com evidente preeminência, até as décadas de 1950 e 1960, da ordem disciplinar e autoritária. Em troca, chamamos de sociedade pós-moderna a inversão dessa organização caracterizada pela dominância no momento em que as sociedades ocidentais tendem cada vez mais a rejeitar as estruturas uniformes e a generalizar os sistemas personalizados à base de solicitação, de comunicação, de informação, de descentralização e de participação. […] o tempo pós-moderno é a fase cool e desencanada do modernismo, a tendência à humanização sob medida da sociedade.
Para Lipovetsky (2005), o individuo vive de forma narcísica, não apenas no sentido de um culto ao corpo, à beleza padronizada, ao não envelhecimento, ao consumo, mas no sentido de um outro estilo de vida que ele denomina homo psychologicus: o indivíduo que se preocupa com o seu bem-estar. E nessa busca pelo bem-estar, ele inclui tudo: yoga, acupuntura, medicinas alternativas (holísticas) oriundas da cultura oriental e trazidas para o ocidente. O Narciso contemporâneo, para o autor, não tem uma motivação central. Sem nenhum tipo de motivação essencial, ele busca sobreviver à sua própria apatia (em grego: ausência de paixões), tentando realizar-se apenas no seu próprio poder de consumo e na estabilidade de sua saúde. Esse individualismo contemporâneo abre novos paradigmas sociais.
Para Bauman (2001), o momento presente pode ser caracterizado como a era da liquefação do projeto moderno, ou como modernidade líquida. Esse momento é marcado pela dissolução das forças ordenadoras, das instituições sociais e dos padrões sociais de referência que balizavam a ordem social da modernidade e que se tornaram liquefeitos. Segundo Bauman (2001, p. 12):
O “derretimento dos sólidos”, traço permanente da modernidade, adquiriu, portanto, um novo sentido, e, mais que tudo, foi redirecionado a um novo alvo, e um dos principais efeitos desse redirecionamento foi a dissolução das forças que poderiam ter mantido a questão da ordem e do sistema na agenda política. Os sólidos que estão para ser lançados no cadinho e os que estão derretendo neste momento, o momento da modernidade fluida, são os elos que entrelaçam as escolhas individuais em projetos e ações coletivas — os padrões de comunicação e coordenação entre as políticas de vida conduzidas individualmente, de um lado, e as ações políticas de coletividades humanas, de outro.
Essa transição entre o sujeito na modernidade e na pós-modernidade é explicado por Vieira e Stengel (2012, p. 349):
Na Modernidade o sujeito era concebido como sendo racional, pensante e consciente, situado no centro do conhecimento, que denominamos como o sujeito cartesiano. Era uma concepção de sujeito como tendo uma identidade fixa, estável e coerente. O sujeito pós-moderno pode se perder numa desordem ou em uma nova ordem, na qual os interesses individuais tendem a suplantar os interesses voltados ao bem-estar coletivo. Cada um estaria voltado para a busca de sensações prazerosas a despeito da organização coletiva. Enquanto a responsabilidade na Modernidade refere- se a preocupações de âmbito coletivo, na Pós-modernidade os indivíduos preocupam-se com o seu bem-estar individual, revelando uma indiferença com as questões da sociedade.
A moda, nesse contexto pós-moderno, está relacionada intimamente ao consumo, ao capitalismo. Segundo Svendsen (2010, p. 128),
No principio da era moderna, vivíamos numa “sociedade de produção”, em que os cidadãos eram moldados sobretudo a serem produtores. Seu papel básico era produzir. Na sociedade pós-moderna, esse papel mudou e é como consumidores que seus membros são vistos.
Esse consumo liberta o individuo. A partir da moda, do consumo, ele é livre para construir sua identidade. Parece simples pensar nesse sentido, mas as questões que emergem acerca da individualidade a partir da moda são de ordem muito mais complexa. Para Sevendsen (2004), não consumimos apenas para suprir necessidades
já existentes: nós o fazemos provavelmente para criar uma identidade. O consumo, segundo Bauman (2001), também serve como uma forma de entretenimento, de combate ao tédio.
Sem dúvida, a moda, ou melhor, o sistema da moda, como conhecemos na atualidade, tem o individuo como objeto central e o argumento da identidade como lógica de funcionamento. Hall (2014, p. 9) nos diz que
A questão da “identidade” está sendo discutida na teoria social. Em essência, o argumento é o seguinte: as velhas identidades que por tanto tempo estabilizaram o mundo social, estão em declínio, fazendo surgir novas identidades e fragmentando o indivíduo moderno, até aqui visto com um sujeito unificado. A assim chamada “crise de identidade” é vista como parte de um processo mais amplo de mudança, que está deslocando as estruturas e processos centrais das sociedades modernas e abalando os quadros de referência que davam aos indivíduos uma ancoragem estável no mundo social.
A compreensão de identidade dentro do individualismo pós-moderno vai ser central para que se compreenda a significação das imagens de moda. A moda é produto direto desses fenômenos e, portanto, é inevitável que se delimite a perspectiva do que é moda e como ela é compreendida.
Essa busca não é simples. Diversos pensadores já definiram o conceito de moda, mas o que se pode observar é que não há um consenso ou um caminho único a seguir. Para iniciar a discussão, podemos observar alguns pontos de vista.
Simmel (2005) relaciona a moda à identidade, em que as roupas são uma parte vital na construção do eu. A moda não diz respeito apenas à diferenciação de classes, está relacionada à expressão de nossa individualidade. Segundo Barthes (1980), as roupas são a base material da moda, ao passo que ela própria é um sistema de significados cultural. Para Lipovetsky (2004), a moda é uma forma específica de mudança social, independente de qualquer objeto particular; antes de tudo, é um mecanismo social caracterizado por um intervalo de tempo particularmente breve e por mudanças mais ou menos ditadas pelo capricho, que lhe permitem afetar esferas muito diversas da vida coletiva. Ele ainda explica que só podemos classificar como “moda” a partir do momento em que a efemeridade é constante, em que as fantasias e exuberâncias aparecem e a sociedade se adapta aos novos conceitos criados. A moda é um sistema inseparável do excesso, da desmedida, do exagero.

domingo, 11 de novembro de 2018

O PESSIMISTA

Copiemos a natureza que mesmo em situações inusitadas encontra uma saída.Foto : Paulo Ricardo

Convivemos com um velho comportamento, que tem um enorme prazer de complicar o nosso cotidiano, que se chama pessimismo. É aquele mórbido estado de espírito contrário ao otimismo, em olhar a vida sempre pelo lado agourento do mundo dos adultos. O pessimismo não tem líderes. Trata-se de um movimento individual com uma forte disposição mental e emocional de encarar a vida e de sempre esperar dela o pior, com o desejo de “azedar” o nosso cotidiano, seja na empresa, na escola, na família, nas relações amorosas, etc.
Manifesta-se através de um sentimento ruim, que pode sobrepor às  coisas boas da vida, entre elas: alegria, amizade, solidariedade e parceria. Essa é uma visão que insiste em minar qualquer possibilidade de resultado positivo de felicidade individual e coletiva. A vida com seus altos e baixos impõe uma série de obstáculos, esperando soluções aos nossos desafios. Aliás, se tiver um ou mais pessimistas em nossas relações, as dificuldades ficarão mais pesadas para se resolver. O cético acredita – que tudo vai dar errado – e quer nos contaminar com esse pensamento em relação à vida e ao mundo.